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Ataque de pânico
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Ataque de pânico

Por:
Dr. Gustavo Bustamante (Psicólogo)
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O ataque de pânico é um dos transtornos de ansiedade com maior aumento de incidência nos últimos tempos. Segundo estatísticas, 30% da população sofre desse problema, mais frequente nas mulheres.


 

Você sabia que

 

  •  As crises são inesperadas e parecem um ataque cardíaco. Quando acontece um fato que desencadeia o problema (a morte de uma pessoa da família, um susto ou algo banal como se agachar bruscamente) os sintomas começam e duram entre 10 e 20 minutos. A tendência é que eles se repitam com uma frequência variável e até várias vezes por dia.
  • As vítimas desta doença, que tem causas variadas (contam a predisposição genética, condicionamentos psicossociais e fatores que possam desencadear o problema), geralmente não são compreendidas pela família. Isso acontece porque o problema ainda é pouco desconhecido e existe uma tendência a não dar importância ou a culpar a pessoa em pânico por não enfrentar o “medo”. A qualidade de vida do doente e de quem convive com ele é bastante prejudicada.

Sintomas:

    * Palpitações (taquicardia ou aumento da frequência cardíaca)
    * Transpiração (sudorese)
    * Tremores ou abalos
    * Sensação de sufocamento ou falta de ar
    * Sensação de estrangulamento
    * Opressão ou mal-estar torácico
    * Náuseas ou mal-estar abdominal
    * Perda do equilíbrio, tonteira ou desmaio
    * Sensação de irrealidade ou de estar separado de si mesmo (despersonalização)
    * Medo de perder o controle ou a razão
    * Medo de morrer
    * Parestesia (sensação de rigidez muscular ou formigamento)
    * Calafrios, arrepios ou asfixia

      

Importante

  • Se esses episódios se repetem quatro ou mais vezes e são acompanhados da sensação temporária e isolada de medo, pode-se estar diante de um ataque de pânico. Consulte um profissional para obter o diagnóstico e o tratamento adequados para o seu caso.
  • Muitas pessoas com pânico passam anos consultando médicos de várias especialidades até chegar a um psiquiatra e obter o diagnóstico exato.
  • Apesar de a doença ser crônica, se o tratamento for adequado o paciente pode sentir um alívio imediato e as perspectivas do quadro podem ser positivas.

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