Receitas

O professor Eugenio Mussak nos ajuda a entender que a raiva é um sentimento normal e até desejado, desde que não seja desproporcional à causa, nem fuja do controle do racional, pois então poderá provocar desastres irreparáveis.
Passos
- 1
Sentir raiva não é sentir algo que o meio nos oferece. Sentir raiva é processar o estímulo ambiental.
A raiva está dentro, não fora. É a reação, não o estímulo. A raiva é, portanto, um sentimento derivado da interpretação que fazemos de um acontecimento externo.
E a interpretação será condicionada pelo estado psicológico daquele instante, ou daquela fase da vida. - 2
A mesma causa pode gerar raiva em um momento, compreensão em outro e, ainda, compaixão em um terceiro. Sentimentos são interpretações das causas, e não as causas em si.
- 3
Não há nada de errado em sentir raiva em determinadas situações. O erro estaria em não sentir nada. A raiva nem sequer é o oposto do amor. O oposto do amor é a indiferença.
A raiva é uma manifestação de energia produzida diante da adversidade, ou da contrariedade, que deverá ser transformada em ação vigorosa imediatamente após a avaliação emocional que o cérebro fará. - 4
Use a raiva como uma energia positiva capaz de construir, jamais destruir.
Importante: as informações e/ou os conceitos contidos nesta nota não pretendem constituir diagnóstico, orientação e/ou tratamento médico nem substituir em nenhum caso os diagnósticos, orientações e/ou tratamentos prescritos por seu profissional da saúde reconhecido e qualificado. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.